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Ainda sobre o marketing dos supermercados

Se eu apanho a alma que engendrou aquela musiqueta irritante e orelhuda do Pingo Doce estrangulo-a.  E isso é o que faço à alma, o corpo não terá tanta sorte…

Do tempo relativo

Não, apesar do título não vou arengar um texto mais ou menos poético sobre as mudanças de hora, os tempos perdidos e recuperados numa tentativa obsessiva de capturar a luz solar.

Hoje ao entrar num supermercado e ver a decoração de Natal já bastante avançada (mas ainda não na sua glória máxima, felizmente) dei por mim a pensar que devia comprar os expostos calendários do advento para distribuir pela criançada que aquilo só tinha piada se fosse dado com antecedência (nunca percebi a mania de algumas pessoas de dar calendários do advento pelo Natal, aquilo serve para fazer a contagem decrescente para o Natal). E é quase na caixa que me apercebo que ainda nem em Novembro estamos.

Assim fica o tempo, relativo na minha confusa cabeça a um Domingo à tarde, relativizado pela publicidade e pelo marketing de uma cadeia de supermercados.

Musas

Como se pode verificar a inspiração para este blog tem andado escassa. Mas já se sabe que em caso de falta de inspiração há sempre a musa de último recurso: o Eneias…

Brevemente…

A luz vai passar por todas as fendas, brechas, buracos e rachas. E eu vou lá estar para a ver. A melhor prenda de anos deste ano, sem sombra de dúvida (e digo isto antes de ver as outras).

Alentejanando

Durante o fim-de-semana passei pela Feira de S. João em Évora. Por entre algodão doce, carrosseis, e petiscos encontrei a decoração do parque infantil que era simplesmente deliciosa. Aqui ficam dois exemplos…

A Internacionalização do Tricot

Infelizmente não vou poder estar presente…

Para quem  esteja interessado em participar fora de Portugal…

Pequena Mudança

A partir de hoje, as receitas passarão a ser publicadas numa outra casa que se encontra aqui. As que foram publicadas nesta casa até agora manter-se-ão onde estão e, eventualmente, publicá-las-ei também na nova casa.

Dualidades

Os gatos são animais estranhos, cheios de contradições e paradoxos. Por isso mesmo são tão fascinantes. Não são cegamente fiéis e leais como os cães. São arrogantes, teimosos, têm ideias próprias. Em suma, têm personalidade que não sendo jurídica é muito mais interessante. Cá por casa chamamos-lhe a personalidade felina. Só à luz desta intrigante personalidade podemos compreender como um animal que parece tão desprendido e altivo, que age como se existisse por si próprio da mesma forma que o resto do seu mundo existe para ele próprio possa ter violentos ataques de ciúmes mal se sente trocado qual criança pequena que não suporta que a mãe se ausente mais do que um minuto. Acredito que os gatos pensam efectivamente que aquela casa com as pessoas que a povoam exista apenas a partir do momento em que ele lá chegou, tudo foi organizado ao mais ínfimo pormenor para que a sua vida pudesse ser confortável. Mas provavelmente estou enganada, os gatos não me parecem ser bichos que se dediquem a pensar em tais coisas.

Basta-lhes passar a noite acordados à espera de presas que dificilmente resistirão ao seu olhar penetrante, perseguindo cada minuto de escuridão. A esta caçada nocturna segue-se todo um dia a aquecerem-se, perseguindo cada minuto de luz. A conclusão é simples, todos os gatos, por mais diversas que as suas personalidades felinas possam ser repetem em coro o mesmo mantra: Luz e sombra!

Matar saudades

Um fim-de-semana em casa, relembrando velhos passos em percursos muito repetidos.

Herbanário

Não sendo coelho, também gosto de umas ervitas na comida!

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